domingo, 1 de fevereiro de 2026

 

 



Diagnóstico do território a ser beneficiado pelo projeto, com relação à vulnerabilidade às mudanças do clima, seus prováveis impactos e possibilidades de redução de vulnerabilidade com a execução do projeto.

Informações sobre o território pesquisado


Território: 

População:

Área:

Tipos de desastres ocorridos no território:

Ocorrências:

Matérias jornalísticas (televisão, jornal, Youtube).


Contextualização da Realidade do Território – prefeitura ou órgão da defesa civil

Quais os problemas relacionados à vulnerabilidade às mudanças do clima são enfrentados no território pesquisado?

Como a mudança do clima está afetando o território em relação a: água, cultivo de alimentos, erradicação da pobreza, saúde da população, bem estar de todos, alimentação saudável e segura para todos, pessoas que dependem diretamente da natureza para sobrevivência econômica?

Quis os efeitos econômicos, sociais e políticos das mudanças climáticas no território?.

Quais as condições de saúde existentes na comunidade: cobertura de saneamento básico e incidência de doenças de veiculação hídrica-atmosférica (entre outros) e dos resultados de políticas públicas destinadas à saúde?

Quais tipos de desastres já ocorreram no território: alagamentos, enxurradas, erosão, estiagem e seca, granizo, incêndio florestal, inundações, movimento de massa, onda de calor e baixa umidade, onda de frio, tornado, vendavais e ciclones, chuvas intensas, outros?.

Quais as principais ocorrências resultantes de desastres no terrirório: óbitos, desabrigados e desalojados, total de afetados, danos materiais, habitações afetadas, prejuízos públicos e privados.

Quais os problemas socioambientais relacionados com a vulnerabilidade à mudança do clima que serão enfrentados a partir da implementação das iniciativas indicadas?

Como estes problemas afetam ou poderão afetar a qualidade de vida dos beneficiários?

Como o público beneficiário será envolvido na construção e implementação da proposta?

No território, existe monitoramento e alerta de chuvas; Existem estratégias governamentais para enfrentar mudanças climáticas e evitar desastres? Quais?.

Como a execução desta proposta contribuirá para a adaptação às mudanças do clima?

No território, existem medidas de adaptação aos efeitos da crise climática? Quais?.

No território, existem estratégias para prevenir, mitigar e reduzir desastres causados pela mudança do clima, contribuindo para que as comunidades adaptem-se à nova realidade climática em âmbitos local.?

Quais os lugares mais frágeis e os mais seguros do território?

Existe rotas de fugas em caso de desastres?

Quais os grupos mais vulneráveis da comunidade e onde esses grupos se encontram no espaço do território: creches, casas de idosos, pessoas com deficiência.

Quais são as instâncias de proteção e apoio em caso de desastres?

Quais as estratégias de prevenção, adaptação e/ou mitigação existentes na região, sistema de drenagem da água, zonas de riscos de desastres (erosão e alagamentos)?.

Estratégias de prevenção e redução dos riscos de desastres.

Avaliação das ameaças e riscos estruturais – vulnerabilidade.

 

Realize um estudo do meio explorando áreas envolvidas no território. Utilize ferramentas de geolocalização com mapas online (webmapas) para indicar os lugares/espaços envolvidos no projeto, registrando com imagens e detalhes do território a ser explorado: 

Google Earth - https://www.google.com.br/intl/pt-BR/earth/, navegador com a função de atlas geográfico tridimensional, construído a partir de imagens de satélite, possui uma biblioteca de mapas e imagens, fotos, animações com os quais se pode visualizar qualquer local do mundo.


Google Maps https://www.google.com/maps - permite pesquisa e visualização de mapas e imagens de satélite das cidades, rodovias e auxilia na busca de caminhos, com informação dos trajetos em tempo e quilometragem.




Realize o mapeamento do território, construindo um mapa da percepção de riscos socioambienais dos locais mais expostos aos perigos relacionados direta ou indiretamente aos impactos das mudanças climáticas. Indique espaços de riscos no entorno. Exemplos de lugares a serem visitados para conhecer determinado lugar relacionado com o território que poderão ser explorados de forma presencial ou online com os estudantes: aterro sanitário; órgão público que desenvolva trabalhos na área de preservação do meio ambiente e defesa civil; locais onde são coletados ou colocado lixo no bairro; estação de tratamento de água e esgoto; córregos e rios; resíduos sólidos gerados no entorno do território; área de preservação ambiental com nascentes. Registre a visita de campo com vides, fotos e áudios.


Mapeamento de riscos - dados do município/região - tamanho, número de habitantes, áreas urbanas e rurais, em qual área a casa deles está situada. Pedir que cada estudante marque no mapa o caminho que faz da escola até suas casas. Identifique, nesse trajeto, as áreas de risco, possíveis riscos e prováveis causas, bem como o que fazer em caso de um desastre socioambiental. Crie uma legenda para sinalizar no mapa os diferentes riscos socioambientais. Se as crianças moram no mesmo bairro da escola, é importante identificar, com elas, os locais de riscos ambientais existentes nas proximidades. Faça o levantamento de possíveis riscos, como encostas íngremes, acúmulo de água nos vales, bueiros sujos, lixos urbanos, despejos de esgotos nos rios ou canais, etc. Destaque o que pode ser feito em caso de desastres nesses locais, para que número ligar pedindo ajudaQual órgão é responsável pelo localComo as pessoas devem-se portar em caso de desastres?


Elaboração de biomapa - representação gráfica das condições sócio-ambientais da localidade na qual as instituições educacionais estão localizadas, construído a partir da exploração do lugar pelos participantes, combinando conhecimento popular e científico, possibilitando a identificação de problemas, demandas, além de orientar a busca de soluções e alternativas a partir do reconhecimento das causas e efeitos desses. Identificação dos principais problemas socioambientais no entorno das instituições utilizando registros em fotos e anotações do percurso – recursos hídricos, arborização urbana e biodiversidade, serviços ou ausência de saneamento, áreas de riscos (erosão, alagamentos, riscos, ameaças e vulnerabilidades locais e suas interrelações. Identificar pontos importantes para a atuação coletiva: definir locais prioritários para intervenção, bem como as ações mais urgentes, facilitando a elaboração de um cronograma de ações responsáveis.


segunda-feira, 11 de novembro de 2024

2ª Avaliação Bimestral


O prazo para postagem das atividades no padlet da dupla: 04 de dezembro de 2024. A pontuação de cada atividade é:

   

Atividade

Valor

1. Cartilha em Quadrinhos digital com no mínimo 12 quadros.

2,0

2. Cibercordel contendo o mínimo de estrofes, serigrafia, postado no Storyjumper.

3,0

3. Atividade de construção com jogo digital na temática escolhida.

2,0

4. Atividades de Intervenção em Educação Climática enfocando a cidadania local e global no combate ás alterações climáticas.

2,0

5. Avaliação da aprendizagem nas aulas enfocando a Educação Climática e no componente curricular (formulário online).

1,0

Total

10,0

 

sábado, 9 de novembro de 2024

Intervenção em Educação Ambiental Climática: enfocando a cidadania local e global no combate ás alterações climáticas

 

         

A BNCC orienta que os currículos incorporem, de forma transversal e integradora, os temas contemporâneos relevantes para o desenvolvimento da cidadania, que afetam a vida humana nos âmbitos local, regional e global, promovendo amplamente a abordagem da Educação Ambiental, juntamente com outros temas.

 

A inserção do tema emergência climática no currículo dos anos iniciais da educação básica envolve: pedagogia orientadora à participação e a colaboração para a solução de problemas; inter e transdisciplinaridade; desenvolvimento de competências de sustentabilidade por meio de práticas inovadoras de ensino e aprendizagem; desenvolvimento de competências para refletir sobre as próprias ações, tendo em conta seus impactos sociais, culturais, econômicos e ambientais atuais e futuros, a partir de uma perspectiva local e global; utilização de TDIC para analisar problemas sociais de seu cotidiano com apresentação de propostas/soluções para problemas de seu território (cidade ou bairro), usando redes sociais, repositórios de conteúdos ou recursos digitais abertos para expressar suas ideias. De acordo com Pena-Vega (2023, p.25) “os jovens desejam e são capazes de ter um papel ativo na luta contra as mudanças climáticas e estão prontos para transformar a sociedade, evitando os impactos desastrosos das mudanças climáticas.”

 

a) Escolha dois objetivos de trabalhar a Educação Ambiental Climática  numa proposta de intervenção na educação básica:

 

 

compreender o fenômeno das mudanças climáticas, causas e efeitos sobre o meio ambiente e conscientizar os estudantes a respeito da importância do enfrentamento da emergência climática e de como abordá-la em sala de aula;

- permitir que estudantes se tornem agentes de mudanças pelas ações e vozes que impactam na realidade e poderem transformar o mundo;

- refletir acerca de possíveis ações educativas de mitigação para redução de riscos de desastres climáticos que cada um pode empreender ao ter em conta as suas ações cotidianas;

- abordar a temática dos desastres a partir de problemas concretos locais ou globais, em forma de projetos ou atividades interdisciplinares;

- incentivar práticas pedagógicas e ações educativas voltadas à prevenção de riscos de desastres socioambientais;

- incentivar os estudantes a se tornarem protagonistas de suas vidas, através de engajamento com atividades extracurriculares conectadas a seu território e integradas aos movimentos globais;

- propor iniciativas individuais e coletivas para a solução de problemas sócioambientais do território, com base na analise de ações de consumo consciente e de sustentabilidade bem sucedidas;

- desenvolver metodologias inovadoras com uso de TDIC em práticas pedagógicas integrando EEC no currículo da educação básica, visando a mitigação e a redução de vulnerabilidades e risco de desastres frente às mudanças climáticas;

- explorar conhecimentos sobre mudanças/emergências climáticas para despertar a curiosidade e engajamento dos jovens;

- conhecer estratégias para prevenir, mitigar e reduzir desastres causados pela mudança do clima, contribuindo para que as comunidades adaptem-se à nova realidade climática em âmbito local, regional, nacional e mundial;

- explorar a relação existente entre clima, meio ambiente e riscos de desastres e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes;

- analisar políticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas do território;

- promover mobilização para intervenções, espaços de diálogo e construção de conhecimento sobre redução de riscos de desastres no âmbito da comunidade escolar.

 

b) No território escolhido para exploração ao longo das aulas do componente curricular EDUTIC, proponha três atividades envolvendo intervenção e exploração da EC, atendendo aos objetivos escolhidos.

 

 

Roteiro da Intervenção/Atuação na EAC

 

1. Identificação da proposta: autores, escola, ano da educação básica, componentes curriculares, envolvidos. Onde será realizada a intervenção (bairro, escola, comunidade, unidade de conservação, etc), local escolhido (área de abrangência). Quem e quantos serão os beneficiários diretos considerando a participação da juventude.


2. Objetivos escolhidos: liste os dois objetivos escolhidos.


3. Descrição e registros da intervençãoindicar o que os estudantes explorarão no território escolhido e o que irão aprender nos mesmos. Como as atividades serão registradas utilizando recursos de TDIC (redes sociais, vídeos, filmes, palestras, feira de ciências, seminários, debates, planos de emergência, plano de evacuação, sistema de alerta, jogos, rodas de conversa, relatórios, monitoramento das chuvas, simulações, fotografias, oficinas, mapeamento socioambiental, maquete, saída de campo, entrevistas, experimentos). Exemplo de atividades que podem ser desenvolvidas na intervenção: O que pode ser feito junto às lideranças locais, regionais, estaduais e nacionais para adotar medidas preventivas e de adaptação à emergência climática? O que pode ser feito em caso de desastres nesses locais, para que número ligar pedindo ajuda?  Qual órgão é responsável pelo local? Como as pessoas devem-se portar em caso de desastres?; Mudanças que podem ser feitas para tornar o bairro e a cidade mais sustentável?;  Campanha para diminuir doenças causadas por águas estagnadas e ligadas ao esgoto; Incentivo à participação ativa na identificação de áreas propensas a enchentes, no plantio de árvores para a prevenção da erosão do solo, na limpeza de rios e córregos e na implementação de campanhas de conscientização na comunidade; Educação e conscientização da população sobre práticas sustentáveis para reduzir o impacto das enchentes; Reflorestamento de áreas próximas a rios e córregos para ajudar na absorção de água; Desenvolvimento de planos de evacuação e alerta precoce para situações de emergência e desastres; Realização de palestras e workshops sobre emergência climática, seus efeitos na comunidade local e medidas de adaptação; Campanhas de conscientização sobre questões ambientais e climáticas, utilizando cartazes, panfletos, murais informativos e redes sociais para disseminar informações sobre como os hábitos diários podem impactar o meio ambiente e como as pessoas podem agir para reduzir esses impactos; simulação de emergência para preparar os estudantes e a comunidade escolar para lidar com desastres naturais como inundações, deslizamentos de terra ou tempestades. Pode incluir treinamento em evacuação, primeiros socorros e medidas de segurança; Compartilhamento de experiências pessoais e observações sobre os efeitos da mudança climática na comunidade local; Exploração de maneiras práticas de reduzir a pegada de carbono, como reduzir o consumo de energia, promover o transporte sustentável, adotar práticas de reciclagem e conservação de água, plantar árvores e apoiar iniciativas de sustentabilidade na escola e na comunidade. Advogar por políticas públicas que promovam ações climáticas e participar de atividades de sensibilização e educação sobre as mudanças climáticas; Elaboração e distribuição de material educativo como cartilhas, vídeos e jogos interativos sobre emergência climática; Implementação de programas para reduzir o uso de energia e promover práticas sustentáveis dentro da escola; promoção de campanhas que abordem a redução de emissões e adotando práticas sustentáveis dentro e fora da escola, com pais, professores, estudantes e toda comunidade; Confecção de pluviômetro para as famílias das áreas de risco; participação em processos decisórios das políticas públicas sobre questões sócio-ambientais; e palestras sobre questões ambientais e emergência climática, explorando planos de emergência, plano de evacuação, sistema de alerta.

4. Resultados da intervenção – descreva a importância da proposta da intervenção escolhida e os resultados que serão alcançados, indicando como a execução da proposta contribuirá para a adaptação à emergência climática? Resultados previstos com a implementação da proposta. Como a execução desta proposta contribuirá para a solução dos problemas socioambientais enfrentados no território e reduzir as vulnerabilidades diante de riscos de desastres.


segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Construção do Cibercordel: vulnerabilidade e emergência climática

Construa um cibercordel na temática da vulnerabilidade às mudanças climáticas usando a estrutura poética e ilustrando com xilogravuras produzidas pelo dupla. Abaixo temos fotos ilustrando a elaboração caseira de uma xilogravura e no Youtube existem vários videos explicando como fazer xilogravuras com vários materiais. 


Leitura sobre cordel e temática ambiental:

SILVA, Míriam C.; GABRIEL, Gisele. Literatura de cordel e narrativas ambientais. RIF Artigos/Ensaios, Ponta Grossa/ PR Vol. 17, nº 38, p.217-233, Janeiro/Junho 2019. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/19173/209209215113


Temas do cibercordel: Ações humanas responsáveis pelo aumento do efeito estufa: queima de combustíveis fósseis, desmatamento, queimadas; Populações vulneráveis às mudanças climáticas; Exposição e vulnerabilidade a eventos extremos relacionados com o clima; Desastres socioambientais; Efeitos econômicos, sociais e políticos das mudanças climáticas; Migração por causas climáticas; Condições de moradia. Falta de saneamento ou acesso à infraestrutura mínima; Poluição, contaminação de corpos hídricos pelo esgoto e lixo; Habitação e moradia nas cidades; Problemas socioambientais relacionados às mudanças climáticas; Hábitos de consumo: evitar desperdícios; preferir reutilizáveis a descartáveis; rejeitar excesso de embalagem; comer menos carne; evitar sacolas de plástico; Adaptação às mudanças climáticas, às condições meteorológicas extremas; Estratégias para prevenir, mitigar e reduzir desastres causados pela mudança do clima, contribuindo para que as comunidades adaptem-se à nova realidade climática em âmbitos local, regional, nacional e mundial; Ações para enfrentar as mudanças climáticas; Ações coletivas para otimizar o uso de energia na escola e/ou comunidade; Consumo de energia e hábitos de consumo saudável; Preservação da biodiversidade; Prevenção contra os efeitos das mudanças climáticas; Direitos humanos relacionados à emergências climáticas: direito à vida; direito à água e saneamento; direito à saúde; direito à alimentação; direito à um nível de vida adequado; direito ao desenvolvimento; direito à habitação; direito à nacionalidade; direito à livre circulação; Justiça Climática; Negacionismo das emergências climáticas. 

Utilize o aplicativo StoryJumper para elaborar o cibercordel.

Leitura e Tutorial do StoryJumper

GRAÇA, Luciana. A construção de histórias digitais com o recurso ao Storyjumper em aulas de português como língua estrangeira, em contexto pós-pandêmico. Revista Humanidades e Inovação, Palmas-TO, v.9, n.6. Disponível em: https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/6921


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O cibercordel deverá ter mínimo 6 páginas (capa 4 paginas internas com no mínimo duas estrofes e pagina final com autores do cordel). Publique o cibercordel no padlet da dupla.

Passo a passo:

1. Construção do texto poético.

2. Elaboração das xilogravuras (impressão). Fotografá-las para inserir no cordel.


3. Inserir no livro criado no StoryJumper o texto do cordel e as fotos das xilogravuras.

4. Narrar ou cantar o cordel.

5. Postar o cordel finalizado no StoryJumper no padlet da dupla.

sábado, 28 de setembro de 2024

Literatura de Cordel

A literatura de cordel é uma historia em forma de poema, apresentada em pequenos folhetos pendurados em um cordel (folhetos de literatura colocados em varais de barbante) para venda em feiras e mercados no Nordeste. O tema apresentado é sempre de interesse popular e a ilustração da capa é uma xilogravura, muitas vezes feita pelos próprios poetas. São folhetos impressos artesanalmente e ilustrado, às vezes, pelo próprio autor que os vende em feiras, romarias e outros locais públicos, pendurados em barbantes. O cordel aborda romances, contos maravilhosos, histórias de animais, peripécias e diabruras; fatos acontecidos como enchentes e secas, críticas e sátiras, figuras nacionais ou tipos regionais; cantorias e pelejas.



O gênero literatura de cordel possui algumas características bem peculiares: as ilustrações são feitas por xilogravuras; as histórias têm como ponto central uma problemática que deve ser resolvida com a inteligência e astúcia do personagem. Assista a reportagem Literatutura de Cordel  Globo Rural para conhecer melhor esta literatura muito rica.


A poética do cordel

Quadra – uma estrofe de quatro versos
Sextilha – uma estrofe de seis versos
Septilha – uma estrofe de sete versos, essa é a mais rara
Oitava – uma estrofe de oito versos
Quadrão – os três primeiros versos rimam entre si, o quarto com o oitavo e o quinto, o sexto e o sétimo também entre si
Décima – uma estrofe de dez versos
Martelo – estrofes formadas por decassílabos (estes são muito comuns em desafios e versos heroicos)

Sites sobre cordéis e xilogravuras

Academia Brasileira de Literatura de Cordel - http://www.ablc.com.br/


segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Avaliação Bimestral - AB1

 

O prazo para postagem das atividades no padlet da dupla: 01 de outubro de 2024. A pontuação de cada atividade é:

   

Atividade

Valor

1. Construção do site Padlet do Projeto EMC contendo: a) apresentação da dupla com identificação ORCID e Currículo Lattes; b) infográficos história de vida.



3,0

2. Problematização do Projeto Mudanças Climáticas - texto justificando a escolha da temática a ser explorada no projeto da dupla e quadro com temas selecionados para exploração nas aulas.


3,0

3. Contextualização do território estudado - texto detalhando o território no qual será trabalhado o projeto e imagens de geolocalização do mesmo.


2,0

4. Roteiro da Cartilha em Quadrinhos Digitais. 


2,0




Total

10,0